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Autoras do Blog, as estudantes de Pedagogia:
Alessandra Patrícia A. B. Souza,
Cícera Maria S. Soares, Claudinéia D. Meira,
Cristiane Paixão S. Durigan, Maria Marta D. C. Carvalho, Naysa Helena Pereira, Patrícia Alves S. Carvalho,
Patrícia Monique S. S. Azevedo.

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quinta-feira, 30 de maio de 2013

Música

Os diferentes gêneros e ritmos musicais.
  Os diferentes gêneros e ritmos musicais

A música tem acompanhado o homem desde a pré-história, tornando-se um elemento característico do ser humano. É impossível pensar no mundo atual sem a música. Além das bandas musicais que enlouquecem milhões de fãs em todo o mundo, ela ainda está presente nos toques de celulares, comerciais de TV, nos sons que saem do computador, entre inúmeros outros exemplos.

Falando de forma clara, música é a sucessão de sons e silêncio organizada ao longo do tempo. Como já foi dito, a música tem várias funções. A função artística é considerada por muitos sua principal função, porém existem outras, como a militar, educacional ou terapêutica (musicoterapia) e religiosa.

Em qualquer lugar que você ler sobre música, irá encontrar a mesma definição: "a música é dividida em três elementos: melodia, harmonia e ritmo”. Mas o que é isso?

Melodia é a organização simples de uma série de sons musicais, constituindo-se o elemento principal da música. É a sequência de sons que você vai cantar ou tocar. Para uma melhor compreensão, vamos pegar um exemplo, o hino nacional brasileiro. A melodia é a forma que você canta, cada música tem uma melodia diferente. Você não canta o hino nacional da mesma forma que canta a música “Garota de Ipanema”. Isso é melodia.

Ritmo é o que age em função da duração do som. É a definição de quanto tempo cada parte da melodia continuará à tona. Você já percebeu que na parte “(...) margens plácidas”, o “plá” demora mais que o “cidas”? Isso é o ritmo da música.

Harmonia é a combinação dos sons ouvidos simultaneamente, é o agrupamento agradável de sons. No nosso exemplo, você poderia muito bem tocar a música apenas com uma nota de cada vez, porém ficaria sem graça. Por isso, quanto mais notas musicais você tocar simultaneamente (acordes) de forma agradável, harmoniosa, melhor será a música.

Os sons que habitualmente utilizamos nas músicas são chamados de notas musicais, cada um deles é representado por uma letra:
Dó (C), Ré (D), Mi (E), Fá (F), Sol (G), Lá (A) e Si (B).
Ainda há outros símbolos de alteração das notas: o sustenido (#) e o bemol (b).

Cada uma dessas notas possui uma altura diferente, sendo graves (frequência menor, mais "grossa", como a voz masculina) ou agudas (frequência maior, mais "fina", como a voz feminina). A organização destas alturas é chamada de escala musical.

A combinação diversificada dos elementos melodia, ritmo e harmonia dão origem ao que chamamos de estilos musicais. Entre alguns exemplos, podemos citar rock, pop, rap, funk, tecno, samba, country, jazz e blues. Contudo, os estilos são tão variados que novas combinações surgem a todo tempo. Da derivação do rock, por exemplo, surgiram diversas derivações, como o poprock, punkrock, emocore, heavy metal, hard rock, rock alternativo, indie-rock, entre outras.

Por Tiago Dantas
Equipe Brasil Escola

Artesanato

                    
Pintura em quadro


O artesanato é uma técnica manual utilizada para produzir objetos feitos a partir de matéria-prima natural. Normalmente, os artesanatos são fabricados por famílias, dentro de sua própria casa ou em uma pequena oficina. Tal técnica é praticada desde o período antigo, denominado Neolítico, quando poliam pedras para fabricar armas e objetos de caça e pesca e cerâmica para guardar alimentos e tecelagem para fabricar redes, roupas e colchas.

A partir da Revolução Industrial, que iniciou na Inglaterra, o artesanato foi fortemente desvalorizado, deixou de ser tão importante, já que neste período capitalista o trabalho foi dividido colocando determinadas pessoas para realizarem funções específicas, essas deixaram de participar de todo o processo de fabricação. Além disso, os artesãos eram submetidos à péssimas condições de trabalho e baixa remuneração. Este processo de divisão de trabalho recebeu o nome de linha de montagem.

Hoje, o artesanato voltou a ter prestígio e importância. Continua a buscar elementos naturais para desenvolver suas peças originadas do barro, couro, pedra, folhas e ramos secos entre outros. Em todas as regiões é possível encontrar artesanatos diversificados originados a partir da natureza típica do local e de técnicas específicas.

O artesanato é reconhecido em áreas como a de bijuterias, bordados, cerâmica, vidro, gesso, mosaicos, pinturas, velas, sabonetes, saches, caixas variadas, reciclagem, patchwork, metais, brinquedos, arranjos, apliques, além de várias técnicas distintas utilizadas para a fabricação de peças.

Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola


A arte de desenhar

 


O desenho tem papel fundamental na formação do conhecimento e requer grande consideração no sentido de valorizar desde o início da vida da criança, considerando a bagagem que trás de casa, assim como seu próprio dia-a-dia.

O ato de desenhar deve ser considerado um fator essencial no processo do desenvolvimento da linguagem, bem como uma espécie de documento que registra a evolução da criança.
A criança ao desenhar desenvolve a auto-expressão e atua de forma afetiva com o mundo, opinando, criticando, sugerindo, através da utilização das cores, formas, tamanhos, símbolos, entre outros.

É de ressaltar que o professor deve oferecer para seu aluno a maior diversificação possível de materiais, fornecendo suportes, técnicas, bem como desafios que venham favorecer o crescimento de seu aluno, além de ter consciência de que um ambiente estimulante depende desses fatores colocados, permitindo a exploração de novos conhecimentos.

Partindo do pressuposto de que não são oferecidos tais suportes, a tendência é que o aluno bloqueie sua criatividade, visto que não lhe foram oferecidas tais condições.

A importância de valorizar o desenho desde o início da vida da criança se dá pelo fato da necessidade que o universo infantil tem em ser estimulado, desafiado, confrontado de forma que venha enriquecer as próprias experiências da criança.

Valorizando a arte, ou seja, o desenho na escola, o professor estará levando o aluno a se interessar pelas produções que são realizadas por ele mesmo e por seus colegas, bem como por diversas obras consideradas artísticas a nível regional, nacional e internacional.

Enquanto mediador do conhecimento, o professor é essencial para incentivar o aluno, seja ele pelo caminho da arte ou por outra área do conhecimento, oferecendo os melhores suportes, de forma que venha a somar no crescimento e formação do mesmo.

Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia
Equipe Brasil Escola

Fonte: http://educador.brasilescola.com/orientacoes/a-importancia-estimular-arte-na-crianca.htm

domingo, 26 de maio de 2013

Arte: Fotografia na sala de aula



A fotografia é um excelente recurso didático para envolver os alunos

As fotografias podem se tornar um recurso didático de alta eficiência, principalmente através das modernidades que circulam pelas salas de aula, como os aparelhos celulares.
Segundo pesquisas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a quantidade de estudantes que portam aparelhos celulares chega a atingir a média de 36%, sendo que nas regiões metropolitanas esse número é ainda maior.
Sendo assim, ao invés de proibir o uso dos aparelhos, porque não criar um projeto de trabalho que vise o aproveitamento de recursos tecnológicos, através das fotografias? Sem sombra de dúvida, essa atividade proporcionará grande entusiasmo nos alunos e as aulas se tornarão muito mais atrativas para os mesmos, além de fazer do trabalho docente uma mola propulsora para o aprender.
O desenvolvimento do trabalho irá envolver aspectos da interdisciplinaridade, através da história da fotografia, conceitos básicos de óptica e semiótica, discussões acerca das pesquisas, relatórios descritivos do andamento do projeto, registro em ata das aulas, dentre várias outras formas de se envolver o grupo.
O primeiro passo é conversar sobre a ideia de se trabalhar com o uso de celulares, exclusivamente para fotografias e vídeos, propondo pesquisas sobre o tema.
Fazer um roteiro das datas e das atividades que serão desenvolvidas nas mesmas é uma forma de ajudar os alunos a se situarem no tempo, a fim de prepararem os materiais necessários para o desenvolvimento do projeto.
Ao início podem discutir sobre a história da fotografia e do cinema mudo, criando momentos em que a turma assista a um filme antigo, como os de Charlie Chaplin. Cabe, após esse momento, a análise de fotos em preto e branco, comparando-as às coloridas.
Numa outra ocasião, em sala, discutirão sobre o site de vídeo mais popularmente conhecido, fazendo análises de filmes montados a partir de imagens.
Cada aluno deverá pesquisar e montar uma linha do tempo sobre a história de sua família, adaptando cada foto a um texto explicativo da mesma. Depois de coletado o material, deverão editar um filme num programa apropriado, apresentando-o como trabalho individual.
Em seguida discutirão sobre como acontece o processo fotográfico, construindo uma câmara escura (ou pinhole), com uma caixa de papelão e papel fotográfico, bem à moda antiga. Se quiserem, poderão convidar um fotógrafo do tipo “lambe-lambe” para apresentar os recursos que utiliza para fotografar.
A partir desses conceitos e aprendizagens, formulação de ideias, novas descobertas, troca de conhecimentos e discussões, escolherão um tema para fotografar e montar um filme coletivo. Para o mesmo, cada aluno apresentará uma única foto, a fim de que a mesma componha o filme.
As fotos serão reveladas ou impressas para que os alunos organizem a série, fazendo uma prévia do filme. Com o material em mãos poderão trocar as fotos de lugar, até conseguirem montar uma estrutura de imagens que faça sentido, que deverá ser afixada no mural ou nas paredes da sala. Depois, é só partir para a edição do filme, na sequência escolhida.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
 

Arte: Grafite

 
A arte do grafite é uma forma de manifestação artística em espaços públicos. A definição mais popular diz que o grafite é um tipo de inscrição feita em paredes. Existem relatos e vestígios dessa arte desde o Império Romano. Seu aparecimento na Idade Contemporânea se deu na década de 1970, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Alguns jovens começaram a deixar suas marcas nas paredes da cidade e, algum tempo depois, essas marcas evoluíram com técnicas e desenhos.

O grafite está ligado diretamente a vários movimentos, em especial ao Hip Hop. Para esse movimento, o grafite é a forma de expressar toda a opressão que a humanidade vive, principalmente os menos favorecidos, ou seja, o grafite reflete a realidade das ruas.
O grafite foi introduzido no Brasil no final da década de 1970, em São Paulo. Os brasileiros não se contentaram com o grafite norte-americano, então começaram a incrementar a arte com um toque brasileiro. O estilo do grafite brasileiro é reconhecido entre os melhores de todo o mundo.

Muitas polêmicas giram em torno desse movimento artístico, pois de um lado o grafite é desempenhado com qualidade artística, e do outro não passa de poluição visual e vandalismo. A pichação ou vandalismo é caracterizado pelo ato de escrever em muros, edifícios, monumentos e vias públicas. Os materiais utilizados pelos grafiteiros vão desde tradicionais latas de spray até o látex.

Principais termos e gírias utilizadas nessa arte;

Grafiteiro/writter: o artista que pinta.
• Bite: imitar o estilo de outro grafiteiro.
Crew: é um conjunto de grafiteiros que se reúne para pintar ao mesmo tempo.
Tag: é a assinatura de grafiteiro.
Toy: é o grafiteiro iniciante.
Spot: lugar onde é praticada a arte do grafitismo.

Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola.com
 
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Arte: Pintura



 
Pintura é uma técnica que utiliza pigmentos em forma líquida para colorir uma superfície, atribuindo tons e texturas, esta superfície pode ser tela, papel ou parede.

A pintura é diferente do desenho por usar pigmentos líquidos.

A cor é o elemento essencial da pintura. A estrutura fundamental de uma obra é composta pela relação entre as massas coloridas.

A pintura faz parte da vida do ser humano desde o Renascimento, foi umas das principais formas de representação dessa época, está presente nos dias atuais.

A pintura se expressa através da superfície onde será produzida e dos materiais, como pincéis e tintas, que lidam com os pigmentos.

Além da pintura convencional existe a pintura figurativa, que é a reprodução de um tema familiar à realidade natural ou interna do artista.

Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola


Fonte: http://www.brasilescola.com/artes/pintura.htm